Não existe sistema padrão. O tamanho ideal é aquele que atende ao consumo real do imóvel, respeita as condições do local e considera o que vem pela frente. Dimensionar por estimativa ou por comparação com o vizinho é o caminho mais rápido para a frustração.
1. Histórico de consumo
O ponto de partida são os últimos 12 meses de fatura, em kWh. Doze meses mostram a sazonalidade: períodos de calor, férias, safra, alta temporada. Uma única conta pode representar um mês atípico e distorcer todo o cálculo.
2. Condições do local
- Área útil disponível no telhado, laje ou solo.
- Orientação e inclinação da cobertura.
- Sombreamento por árvores, caixas d'água, prédios ou postes.
- Estado da estrutura e do padrão de entrada de energia.
3. Equipamentos e perdas reais
Todo sistema tem perdas — cabeamento, temperatura, sujeira nos módulos, eficiência do inversor. Um bom projeto já considera essas perdas na estimativa de geração, para que o resultado prometido seja o resultado entregue.
4. O que vai mudar no futuro
Vai instalar ar-condicionado, ampliar a produção, comprar um carro elétrico? Esse aumento previsto de consumo deve entrar na conta agora. Ampliar depois é possível, mas planejar desde o início costuma ser mais econômico.
A Alpha Solar faz esse estudo antes de apresentar qualquer proposta, com dimensionamento baseado em dados e não em suposições.
